Um patamar insólito abre-me a visão.
Avalanche de portas.
Um colchão:
Palavras, palavras, suspiros, escapes gelatinosos, e palavras, palavras.
Atrás de palavras, palavras.
A colherada, enquanto tremem felizes. Cintilantes no céu da boca do Inferno.
Do infernal... Geografias, para fora, xô xô, chicotada.
Queremos nhac nhac.
Preferimos todos ficar, fora de um "aqui".
Permanhecer pela alvorada nocturna invisível poeirenta.
Pó de ouro.
Algemas de ovo.
dedicado a Abade Fatia, um Pioneiro do impúdico equívoco sem margem de erro, um Mestre